Ainda não sei o que escrever sobre nós. Incerteza tão grande, que abusa de minha vontade de ficar.
Mas ainda fico, fico porque te amo. Te amo não de qualquer maneira de escrever, te amo assim sem jeito e com medo. Entre todo esse caminho que escorre pela minha memória, fica a saudade de tudo ser como sempre tem que ser. Ainda creio; essa vontade que nunca passa, de encostar minha face na tua boca em respeito a tua mágoa. Mentira! Vontade de selar um beijo estalado que vai deixar esse gostinho de doce (amargura, por enquanto). Não consigo querer menos deixar minha mão perpassar por entre seus cabelos lisos e pretos, sentido o aroma que seu pescoço, a pele vai deixando entrar por minhas narinas... Ah, a pele! Pouco a se falar, só sentí-la em minhas mãos. Sentir o quão delicioso é sentir cada poro teu nas pontas dos meus dedos, que sensação. A mata macia do teu peito, cheirosa...
Esqueço da hora de acordar. Ainda viverei essa suave angústia por muito tempo?
Só você pode me deixar sonhar mais ou me matar de vez pra viver sem...
Mas ainda fico, fico porque te amo. Te amo não de qualquer maneira de escrever, te amo assim sem jeito e com medo. Entre todo esse caminho que escorre pela minha memória, fica a saudade de tudo ser como sempre tem que ser. Ainda creio; essa vontade que nunca passa, de encostar minha face na tua boca em respeito a tua mágoa. Mentira! Vontade de selar um beijo estalado que vai deixar esse gostinho de doce (amargura, por enquanto). Não consigo querer menos deixar minha mão perpassar por entre seus cabelos lisos e pretos, sentido o aroma que seu pescoço, a pele vai deixando entrar por minhas narinas... Ah, a pele! Pouco a se falar, só sentí-la em minhas mãos. Sentir o quão delicioso é sentir cada poro teu nas pontas dos meus dedos, que sensação. A mata macia do teu peito, cheirosa...
Esqueço da hora de acordar. Ainda viverei essa suave angústia por muito tempo?
Só você pode me deixar sonhar mais ou me matar de vez pra viver sem...
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